Para preparar os corretores de imóveis para o boom de vendas que o "Minha casa, minha vida" deve provocar no Rio, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio (Creci-RJ) realizou uma pesquisa para saber de que forma e onde o programa está influenciando o mercado imobiliário.
Segundo o presidente em exercício da entidade, Edecio Cordeiro, a principal conclusão foi a de que Jacarepaguá, Campo Grande e Ilha do Governador são as regiões que mais têm carência pelo programa e condições de atendê-lo.
- Barra da Tijuca e Copacabana, por exemplo, não sofrerão impacto do programa. Em Copacabana, a procura é concentrada nos imóveis usados, que são bem mais valorizados - explica Cordeiro, com base nos dados da pesquisa.
No interior, Campos e Volta Redonda devem ser as cidades com melhor receptividade para o "Minha casa, minha vida".