Por CIPA
Em 26/07/2016
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Conheça os principais modelos disponíveis no mercado

A segurança, tão desejada por todos dentro e fora dos condomínios, pode ser reforçada pelos portões de uma moradia. E se eles forem automáticos, melhor ainda. É que a tarefa de estacionar o carro, descer do automóvel para abrir o portão, guiar por uns metros, parar novamente o carro e depois voltar até o portão para fechá-lo e então seguir até sua vaga é cansativa. Imagina fazer isso diariamente. Além de ser muito arriscada, pois tal situação pode ser um prato cheio para a ação de marginais.

Mas como escolher o melhor modelo de portão para meu condomínio? O que é preciso levar em consideração na hora de contratar uma empresa especializada? É possível automatizar um portão que esteja em uso? Essas e outras respostas na reportagem a seguir.

Segundo o engenheiro Ricardo Coelho Vianna, da Digiseg Tecnologia em Segurança Eletrônica, a automação de um portão está ligada diretamente à necessidade de segurança. “O investimento para a instalação de um portão automático é quase sempre para gerar mais segurança para moradores e funcionários. O sistema automático, além de proporcionar praticidade, dificulta assaltos e invasão a residências, pois permite que o usuário (porteiro ou morador), a uma distância segura e após avaliar a situação do local, comande a abertura ou o fechamento do portão.”

E foi exatamente o que aconteceu, em fevereiro, no Condomínio Varandas, na zona sul do Rio, já que o fechamento do portão automático na hora certa impediu uma possível invasão de bandidos armados ao prédio. É que um morador foi rendido na porta do prédio enquanto aguardava a garagem abrir, mas, pela câmera de segurança, o porteiro viu a cena e o fechou rapidamente. O morador nada sofreu, mas teve o carro levado. Segundo Valdeci Martins, síndico do prédio, marginais querem facilidade: “Os portões automatizados dificultam o acesso, e ladrões agem quando percebem um pouco mais de facilidade, por isso todos os portões do prédio – inclusive os de pedestre – funcionam dessa forma.”

Outro ponto importante destacado por Martins é o treinamento dos funcionários.“É preciso que eles saibam operar corretamente os portões e o circuito fechado de TV, além de participar dos treinamentos sobre segurança dados por órgãos especializados, como os ministrados pelo Secovi Rio. Anualmente, nossos funcionários passam por esses cursos.”

No Condomínio Edifício Palazzo Olinda, com 64 unidades, comandado pela síndica Tânia Lopes e também na zona sul do Rio, a entrada e a saída são feitas por portões automáticos há muitos anos. E, desde então, alguns sistemas foram testados. “Já tivemos controle individual para abrir e fechar o portão – que não funcionou bem, porque alguns moradores se esqueciam de acionar o botão para fechar – e adesivos para identificar veículos. E hoje o melhor método é o de reconhecimento visual, feito pelo porteiro de plantão, já que ele só vai abrir para os veículos que reconhece. O portão automático é uma segurança extra para o prédio, ainda mais quando se tem um porteiro confiável que sabe reconhecer os carros e as placas dos moradores.”

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