Por CIPA
Em 12/11/2018
138 Views

O básico todo mundo já faz. Repensar a energia utilizada é fundamental!

Embora o Brasil esteja ainda muito longe de usufruir plenamente de seu potencial em energia solar, essa área vem avançando rapidamente no país. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que o número de unidades de energia solar fotovoltaica de geração distribuída mais que dobrou este ano, passando de 16.400, em janeiro, para 34 mil. No mesmo período, a potência instalada saltou de 136 mil megawatts (MW) para 329 mil MW. Isso equivale à geração de energia de 30 pequenas hidrelétricas ou de três usinas de porte médio.

Mais de dois terços das conexões foram feitas por consumidores residenciais, que abrangem, principalmente, edifícios de apartamentos de classe média, cujos condôminos resolveram investir na instalação de painéis solares com o objetivo de poupar gastos com eletricidade a longo prazo. Em um país como o Brasil, com intensa insolação em todo o seu território durante praticamente o ano inteiro, essas instalações colocam também seus usuários a salvo de apagões nas redes de transmissão de grandes distribuidoras.

A procura por energias alternativas em residências e pequenos negócios (os chamados consumidores de baixa tensão) vem crescendo no Brasil por causa dos reajustes da conta de luz, que este ano variaram de 9,3% a 21,44%. Agora, com a redução do custo de instalação e geração de energia solar pelos próprios consumidores e dos prazos de recuperação desse investimento, a tendência é que a procura aumente ainda mais.

Você já deve estar pensando que isso custa uma fortuna. Mas não é bem assim… Os custos já caíram de forma substancial. Embora o gasto possa ser inicialmente pesado, considerando, sobretudo, a recente alta do dólar (todos os equipamentos atualmente usados são importados), o retorno é garantido. Mas até mesmo nesse quesito as coisas se acertam, pois os grandes fabricantes mundiais, para não deixar de fazer negócio, acabam ajustando seus preços conforme as oscilações do dólar e, no fim das contas, o custo acaba se mantendo, e é isso o que está acontecendo agora.

Tudo isso vem ocorrendo no âmbito da iniciativa privada, mas o Governo tem procurado ajudar, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que financia pessoas físicas interessadas em utilizar a energia solar com empréstimos a taxas de 4,03% a 4,55% ao ano, pelo prazo de até 12 anos, com 24 meses de carência.

Começando do começo

Instalar as placas e começar a usá-las já não é suficiente para um bom retorno do investimento. Pelo menos é isso o que a Usesol – empresa com expertise para realizar análise e projetos de eficiência energética – pensa e faz. Antes mesmo de instalarem as placas num condomínio, eles realizam um complexo estudo de como ele está usando a energia. Dependendo do tamanho do condomínio, a equipe leva de dois a três dias coletando informações, que vão desde a tarifa da concessionária contratada até os selos que indicam o consumo de energia de cada equipamento das áreas comuns. Nenhuma lâmpada passa impune aos olhos da Usesol, seja ela de quadra de tênis, seja de salão de festas. Muitos dados são coletados para que um projeto de eficiência energética seja montado. Depois que o projeto sai do papel, que o uso da energia pelo condomínio é totalmente repensado, é que começa a instalação da energia fotovoltaica.

“A ideia de ampliar nossa atuação e executar projetos de eficiência energética surgiu da necessidade de nos diferenciarmos no mercado, afinal, se você trabalha com produtos aprovados pelo Inmetro, tem fornecedores de qualidade e possui um corpo técnico altamente qualificado, precisa se sobressair de outra forma. Com os projetos de eficiência, diminuímos o consumo do cliente entre 20% e 40%, o que, consequentemente, me dará uma redução considerável no projeto final de geração de energia solar”, comenta Leonardo Della Costa, diretor da Usesol Brasil.

Assim a Usesol acredita num retorno financeiro em menos de cinco anos. Quem paga para ver não se arrepende. Todas as obras da empresa estão em conformidade com as normas das distribuidoras de energia e da Aneel, em especial as Leis 482/2015 e 687/2015, que regem a geração distribuída e asseguram que os produtos usados são todos certificados pelo Inmetro e possuem selo da Procel de eficiência energética.

Outro grande diferencial de mercado da Usesol Brasil é a parceria fechada com a gigante global BYD. “Estamos muito felizes com a parceria firmada com a BYD. Especialmente agora que ela instalou uma de suas fábricas em Campinas, o que facilitará e barateará, expressivamente, o financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Agência Especial de Financiamento Industrial (FINAME).”, comemora Della Costa.

O diretor da Usesol arremata: “Nós já tínhamos uma curva ascendente e um segmento em expansão, agora, com a parceria fechada com a BYD não tenho dúvidas que esse cenário vai ser impulsionado ainda mais. Afinal, os produtos e soluções terão um financiamento muito mais barato”, comentou o diretor da Usesol Brasil, Leonardo Della Costa.

“O momento é extremamente favorável à geração de energia limpa. No começo, na chegada do fotovoltaico ao Brasil, se falava muito em economia, hoje, já se pontuam ganhos, ou seja, lucro com o investimento em geração de energia solar”, explicou Marco Antônio da Silva, diretor da Marcanto Consultoria Técnica e Comercial e representante autorizado Usesol Brasil para o Rio de Janeiro.

:: C I P A - Condomínios, Locações, compra e venda de imóveis, seguros ::
  • Rua México, 41, 2º andar - Centro - Rio de Janeiro - RJ
  • +55 21 2196 5000

CIPA na Rede

Receba Notícias