Por CIPA
Em 17/07/2018
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Optar por plantas artificiais é uma boa ideia, mas não dispensa manutenção periódica

Como diz a letra da música dos Titãs, as flores de plástico não morrem. Estão sempre lindas, faça frio ou calor, sol ou chuva, haja vento ou não. Ops, mais ou menos. Não é porque o condomínio optou por plantas artificiais que ele deve achar que nunca mais terá que chamar um especialista para cuidar delas.

Quem nos dá essa luz é Marcelo Martins, diretor administrativo da Tierra Flores, empresa especializada em venda, aluguel e manutenção de plantas artificiais: “A conservação periódica vai garantir que a planta, ou mesmo o projeto paisagístico, se mantenha impecável”, explica.

Essa empresa atua no ramo há mais de 10 anos e, para quem não sabia, sim, também é necessário o trabalho de um paisagista. Esse profissional é quem vai montar um projeto que fique natural, com plantas em harmonia entre si, como se estivessem na natureza. Senão ninguém vai olhar e pensar que são de verdade… E a ideia é essa! Quem nunca segurou uma planta de plástico para ver se era natural?!

Por isso também é importante que elas estejam sempre limpas. Martins explica que os funcionários do condomínio podem usar frequentemente o espanador para tirar a poeira, mas isso não elimina o cuidado extra feito pela empresa.

Nessa empresa, a diretora comercial é a paisagista Amanda Badaró. Ela é a responsável por todos os projetos entregues e mantidos. “Poeira, vento e mesmo vandalismo comprometem as plantas. É preciso investir em manutenção especializada de três em três meses, aproximadamente”, detalha.

Martins conta que a Tierra faz questão de oferecer um pós-venda de excelência: “Fazemos um acompanhamento constante para manter a qualidade do projeto entregue.”. São inúmeras as opções disponíveis: árvores diversas, arranjos em vasos, jardins de inverno, jardins verticais… Para saber exatamente o que o cliente quer, a empresa visita o condomínio, ouve os anseios do cliente, mostra imagens de alguns projetos já realizados, oferece opções, enfim, faz um pré-projeto sem custo algum. “O síndico pode fazer alterações, adaptar… Cada projeto é único, exclusivo”, arremata Martins

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Alugar é bom negócio

Uma opção interessante é o aluguel dessas plantas. Segundo Martins, alugar é interessante, pois é extremamente barato. A manutenção está incluída e, no fim de um ano, se o síndico quiser trocar as plantas porque simplesmente enjoou, está tudo certo, isso está previsto no contrato, sem custo extra. A única hipótese que não permite reposição sem custo é danificação por conta de vandalismo.

Os projetos com plantas artificiais vêm ganhando cada vez mais espaço, muitos arquitetos têm pedido projetos à Tierra Flores: “Em função disso estamos em plena expansão, abrindo inclusive microfranquias pelo Brasil.”.

Uma síndica que virou fã de carteirinha das flores artificiais é Ângela Bittencourt, do Condomínio Up, zona sul da cidade. Ela é administradora – aposentada – de formação e síndica desde 2006: “Tenho todo o tempo do mundo para cuidar do condomínio. Gosto do que faço”, diz ela, que está à frente do prédio que tem 10 andares e 80 unidades

Ela fez curso de síndicos para aperfeiçoar-se ainda mais na arte de administrar: “O curso foi importante para meu currículo e trajetória, mas, principalmente, para conhecer os meandros técnicos e estruturais de minha função. Todo bom síndico deveria fazer esse curso e ler bastante sobre leis, administração etc. É o que faço. Temos que estar antenados e cientes de tudo”, avalia.

O Up é tão bem administrado que as unidades à venda ou para alugar são negociadas rapidamente. E não é por conta da piscina, do spa, do home theater, do salão de festas ou mesmo da academia. Os corretores locais que o digam, pois já consideram Ângela a melhor síndica do bairro. Fácil negociar um imóvel num local tão bem cuidado! Todo mundo quer morar ali.

Quanto às plantas, a situação era dramática, quase uma novela mexicana: “Nossa recepção é grande e fechada e temos ar-condicionado ali também. Tinha vasos de flores que eram fornecidos pela floricultura do bairro, mas toda semana era preciso trocar. E isso foi ficando muito caro. Às vezes, trocava até duas vezes numa semana”, lembra.

Foi quando vi um anúncio da Tierra Flores. Chamei-os aqui. Eles estudaram minhas necessidades, falei que queria algo tropical e a paisagista fez exatamente o que queria. Ficou lindo!”, elogia a síndica.

Depois do encantamento com a primeira aquisição veio a vontade de enfeitar o spa também. Pronto, mais um espaço ornamentado de forma belíssima.

No quesito manutenção, ela sabe que é importante: “Quando eles vêm aqui, limpam e rearrumam, pois, com o dia a dia, o arranjo vai se desconfigurando. Eles ensinaram minha funcionária a limpar com espanador, mas a manutenção periódica é muito importante. E não tem cara de planta artificial, isso é que é mais impressionante”, observa Ângela.

A síndica gostou tanto do resultado que encomendou uma linda samambaia para sua casa. Ninguém diz que não é de verdade. “Não dá mais lagarta, nem bicho nenhum. Só tenho um problema agora: lidar com a inveja dos vizinhos”, diverte-se.

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Locação por tempo indeterminado

Condomínios comerciais também têm que ter o glamour dos arranjos e jardins sempre lindos. No Condomínio Office Tower, zona oeste, o administrador Márcio Dias Ferreira, que está à frente do empreendimento desde 2015, optou pela locação das plantas: “Nossa recepção é muito grande. Tínhamos plantas naturais, mas dava muito trabalho para manter, sem falar no elevado custo. Tínhamos que adquirir produtos específicos; tínhamos um jardineiro de 15 em 15 dias e o pessoal da manutenção, que molhava as plantas com orientação do profissional. Mas um funcionário que deveria estar fazendo manutenção ficava regando plantas! Isso sem falar que demanda muito mais atenção, cuidado e substituição”, lembra.

Foi aí que tudo mudou. Quando o administrador conheceu a paisagista Amanda Badaró, da Tierra Flores, foi conquistado rapidamente pela relação custo- -benefício: “Isso foi aproximadamente em maio de 2016. Optamos pela locação com manutenção. Além de o custo ser muito menor, você só troca as plantas artificiais quando enjoa. A conservação é feita por eles, todos os detalhes, pedras, caminhos, pedriscos…”, explica.

Ferreira conta que como se trata de um prédio comercial, há muita circulação de pessoas o tempo todo. “As crianças mexem, as pessoas tiram fotos perto do jardim vertical, encostam, isso pode até comprometer a fixação do painel na parede. Até cigarros apagam… Sem falar que jogam lixo nos cachepôs, por isso, a conservação é tão importante”, avalia.

No Office Tower, a manutenção é feita uma vez por mês. Mas se a paisagista achar importante, ela volta no mesmo mês e, se necessário, com efetivo até maior para fazer o que achar indicado. “Podem acontecer também ventania, chuva forte, o que entorta até árvores, mas eles estão sempre com a mão na massa e resolvem”, conta Ferreira.

Quer saber mais? Após um ano, a empresa contratada pelo Office Tower pode trocar todas as plantas se o administrador quiser. Enjoou, trocou. E está previsto em contrato, sem custo extra.

Pelo visto nem tudo o que não é verdadeiro é ruim. #Fica a dica.

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