Por CIPA
Em 20/04/2020
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Em tempos de pandemia e de isolamento social ficar em casa no Rio de Janeiro basicamente se resume a estar num ambiente de condomínio. Em função disso, as pessoas só saem de casa para fazer o básico, mas, mesmo assim, isso representa alguma circulação pelas áreas comuns do prédio, o que pode ser muito perigoso. Cabe aos síndicos intensificarem a limpeza e adaptá-la ao momento, para evitar a proliferação da Covid-19.

A pandemia de coronavírus determinou um antes e um depois para a limpeza dos condomínios. Não que antes a limpeza não fosse bem-feita, mas, agora, ela tem que estar focada em eliminar o vírus das dependências do condomínio. Para isso são necessários uma rotina de higienização eficaz e produtos adequados.

Danielle Cormack, bióloga e a administradora da DPL Distribuidora de Limpeza de Niterói, empresa que atende a todo o Rio de Janeiro há cerca de 26 anos, vende normalmente para os condomínios vários produtos de limpeza e conservação e diz que houve aumento de pedidos de alguns itens. “Álcool líquido e gel, sacos de lixo, desinfetante, cloro, detergente, sabonete e máscaras de proteção estão sendo muito procurados. Já enfrentamos desabastecimento do álcool gel por falta de matéria-prima para sua confecção. A previsão é que se regularize em abril. Já o álcool 70% não tem problema com a matéria-prima, mas, sim, porque a prioridade no momento é suprir a necessidade da área de saúde, como hospitais e postos de saúde”, explica.

Os clientes da DPL de Niterói pedem orientação à empresa sobre que produtos usar na falta do álcool. Danielle explica: “Apesar de não treinarmos equipes, dizemos quais os melhores produtos para matar o vírus, que é envolto numa cápsula de gordura que o protege. Portanto, qualquer produto que remova essa cápsula é capaz de eliminá-lo. Exemplo: cloro, detergente, desinfetante, Lysoform… Por isso, se recomenda tanto lavar as mãos com água e sabão, pois o sabão elimina o coronavírus.”.

Como a frequência de limpeza acaba demandando o uso de mais quantidade de produtos, a bióloga já registrou aumento nas vendas dos produtos usados habitualmente por seus clientes: “Os condomínios maiores, com um fluxo mais intenso de pessoas, estão comprando mais itens de limpeza. Os síndicos que já haviam adquirido suas mercadorias no início do mês compraram de novo para não faltar lá na frente”, diz a bióloga da DPL de Niterói, que
também está vendendo máscaras de proteção triplas e com elástico, “que antes eram mais vendidas para clínicas de depilação e estética. Agora os funcionários de condomínio que trabalham nas portarias estão usando como proteção”, conclui.

Exagerar na limpeza e com os produtos certos é a recomendação da Max Fort, empresa que vende produtos de limpeza há, pelo menos, 30 anos. Carla Ribeiro, sua gerente de vendas, diz que 95% de seus clientes são condomínios. “Nós nos especializamos nesse segmento. Quando alguém liga querendo algum item e não sabe que produto seria mais adequado, nós orientamos”, diz.

Durante a pandemia, Carla afirma que os prédios que têm mais circulação de pessoas devem exagerar na limpeza e higienizar de hora em hora locais como cabine de elevador, botões e maçanetas muito utilizados. “Estamos enfrentando escassez de oferta do álcool 70%, tanto líquido como gel, mas enfatizamos que outros produtos também matam o coronavírus. O recomendado é usar tudo que remova gordura, como detergente, cloro e água sanitária. É preciso tomar cuidado com superfícies que podem manchar com álcool também.”

Para economizar e a limpeza ser mais eficaz, a gerente da Maxfort recomenda o uso do borrifador com álcool ou com o produto a ser usado. “Aconselho também que os síndicos deixem à disposição dos porteiros álcool 70% (gel ou líquido). E para os passantes abrirem as portas, tocar botões de elevador, sugiro disponibilizar papel interfolha para uso e descarte em seguida”, recomenda.

Apesar de saber que os faxineiros não costumam usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), Carla avisa que a utilização de luvas nesse momento é imprescindível: “Os síndicos, agora mais do que nunca, devem insistir para que seus funcionários adotem essa proteção. Meus funcionários têm, aqui na empresa, à disposição, álcool 70% com borrifador, álcool gel nos carros e no escritório. Eles estão protegidos em seu ambiente de trabalho e até nos carros que fazem a distribuição dos produtos: por dentro e nas maçanetas, por fora. Nossa equipe de vendas está trabalhando em esquema de home office, e os que estão trabalhando na empresa em vendas e entregas são os que moram perto do escritório e não precisam pegar transporte público. Acredito que essa postura foi segura para minha equipe e para nossos clientes”, conclui.

 

Terceirizando o problema para quem e entende

Enfrentar o desafio da Covid-19 de forma eficaz é para poucos. A CNS Nacional de Serviços sabe o que faz há 80 anos e envia suas esquipes de limpeza supertreinadas não só para condomínios, mas também para hospitais, clínicas, indústrias, escritórios, museus, faculdades, shoppings e órgãos públicos, entre outros.

Maurício Eisenberg, diretor da empresa, aposta no treinamento dos funcionários para garantir um resultado de excelência: “Na CNS, levamos o treinamento muito a sério. Costumamos dizer que a capacitação contínua de nossa equipe é o grande segredo para mantermos a excelência dos serviços prestados. Por isso, há alguns anos, investimos na construção de um grande centro de treinamento em nossa sede, formado por um auditório e laboratórios modernos que reproduzem fidedignamente os ambientes encontrados nos pontos de serviço. Para estarem aptos a atender os clientes com qualidade e eficiência, todos os colaboradores passam, ao longo do ano, por treinamentos intensivos e cursos de reciclagem, desenvolvidos pela CNS e ministrados por nosso corpo técnico. São mais de 30 cursos dedicados aos mais diversos níveis e funções”, explica.

Com o advento do coronavírus, a empresa não perdeu tempo, e a equipe de enfermagem elaborou um cronograma para viabilizar o atendimento in loco de todos os contratos da empresa, principalmente os condomínios. O objetivo dessas visitas tem sido orientar os colaboradores da CNS sobre o coronavírus, instruí-los a usar os EPIs corretamente, apresentar os produtos que serão utilizados no combate ao vírus e adaptar as rotinas de limpeza para focar na desinfecção das superfícies em que as mãos tocam com mais frequência, como maçanetas, bancadas, corrimãos, interruptores de luz, telefones, botões de elevador, bebedouros e torneiras. “Além disso, distribuímos infográficos e protocolos para conscientizá-los sobre as demais medidas comportamentais, como a lavagem frequente das mãos, que precisam ser adotadas para evitar o contágio e a proliferação do coronavírus”, afirma Eisenberg.

Os funcionários da CNS usam, para a limpeza rotineira, máscaras cirúrgicas descartáveis, luvas de borracha, botas de cano longo antiderrapante, óculos de proteção e avental. “Para o serviço de desinfecção, utilizam também máscaras de carvão ativado e macacão Tyvek (https://www. sterilex.com.br/macacao-tyvek)”, detalha o diretor

A CNS recomenda, neste momento de pandemia, o uso de produtos à base de quaternário de amônio de 5ª geração e peróxido de hidrogênio: “Ambos são ativos bactericidas que proporcionam alto desempenho no combate ao coronavírus e ação bacteriostática por 72 horas. Além disso, estudos comprovam que produtos mais básicos, como álcool 70%, água sanitária e desinfetantes à base de cloro, também são capazes de eliminar o coronavírus em questão de minutos.

Eisenberg avisa que, antes de comprar ou utilizar determinado produto, o síndico deve verificar sua respectiva ficha técnica e registro na Anvisa. “Fiquem atentos, pois existem muitos fornecedores se aproveitando do caos que estamos vivendo e comercializando produtos falsificados ou imitações.”

 

Onde e como limpar

O diretor da CNS avalia o atual cenário e determina que as ações de limpeza devem estar focadas em rotinas objetivas e direcionadas às superfícies nas quais as mãos mais tocam. “A limpeza e a desinfecção de maçanetas, bancadas, corrimãos, interruptores de luz, telefones, botões de elevador, bebedouros e torneiras, entre outros locais, devem ocorrer pelo menos quatro vezes ao dia.”

Sobre o que seria uma limpeza intensificada, o diretor da CNS explica: “Uma limpeza intensificada consiste em um mix do que existe de mais moderno em técnicas, equipamentos e produtos químicos voltados para a destruição do coronavírus. A CNS tem utilizado pulverizadores costais em seus serviços, porque a tecnologia de névoa que eles emitem é extremamente eficaz no combate ao coronavírus. Além disso, esses equipamentos funcionam à base de
bateria, o que traz mais mobilidade e agilidade ao operador”, explica.

A CNS tem a preocupação de proteger não só seus funcionários como também seus clientes, e enfatiza o uso dos EPIs por sua equipe: “Além do uso de EPI, nossos funcionários utilizam variadas técnicas para mitigar o risco de contaminação de terceiros, como a divisão do local infectado em quadrantes e o isolamento das áreas já descontaminadas. Todos os funcionários receberam o protocolo interno da CNS sobre as medidas de prevenção a serem seguidas (lavar as mãos frequentemente, evitar aglomeração e contato físico e não tocar no rosto, entre outras) e o que devem fazer caso tenham algum sintoma suspeito. Também buscamos preservar moradores, funcionários, convidados e animais de estimação pela interdição das áreas de atuação de nossa equipe com placas de sinalização e a distribuição de circulares que contêm informações a respeito dos serviços que estão sendo realizados”, detalha ele, dizendo ainda que “a segurança, tanto de nossa equipe quanto dos clientes, é nossa principal preocupação, portanto, nossos colaboradores são exaustivamente treinados para o correto manuseio e diluição dos produtos químicos e a utilização de EPIs e de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) necessários a cada atividade.”.

Contratar uma empresa terceirizada para dar conta do recado pode ser um tremendo conforto para o síndico. Para o diretor da CNS, terceirizar serviços de limpeza tem vantagens significativas. Com a CNS, por exemplo, o síndico passa a contar, imediatamente, com profissionais especializados e treinados para atuarem nas mais diversas atividades, além de outras vantagens:

• inexistência de solução de continuidade por causa da reposição imediata do trabalhador, em caso de afastamento por doenças, faltas ou férias;
• comodidade por ter uma equipe técnica formada por especialistas que supervisionam o serviço no local. Com isso, as ações tendem a ser muito mais assertivas, já que os pontos de grande concentração de agentes biológicos são atacados com os produtos e equipamentos adequados, o que, consequentemente, deixa os moradores mais seguros;
• economia financeira relevante na compra de produtos e equipamentos. Além disso, nesse período de escassez de produtos-chave para higienização, o condomínio não precisará se preocupar com desabastecimento;
• eliminação de gastos com recrutamento, seleção e treinamento de pessoal. Além disso, o condomínio passa a ter acesso a uma agenda completa de treinamentos comportamentais, técnicos e práticos sem nenhum custo a mais.

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