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Segurança para todos os bolsos

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Não importa o tamanho condomínio, as empresas têm sistemas que cabem no orçamento

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Em 2021, a Polícia do Estado do Rio de Janeiro registrou 1.010 roubos a residências. Só nos dois primeiros meses de 2022, foram 108 casos. As informações são do Instituto de Segurança Pública (ISP). Números alarmantes que revelam a insegurança em que vivemos, mesmo dentro de casa. E outro dado também assusta. Nos primeiros dois meses do ano, só a região da Tijuca, na zona norte, teve 946 furtos, de acordo com o ISP. Nesse mesmo período, em 2021, foram 775, um aumento de 22%.

A invasão de imóveis para roubar portas e outros materiais de alumínio ou então para levar bicicletas é um crime cada vez mais comum. No dia 30 de março de 2022, um portão de um condomínio foi arrancado e levado por um homem, na Avenida Maracanã. A zona norte sofre com os “arrastões do alumínio”. Prédios são invadidos e os ladrões levam portas e calhas, além de furtarem tubulações e conexões de gás. Um prejuízo e tanto para os moradores. Muitos desses imóveis são pequenos e não têm porteiros. Sem um sistema de segurança, se tornam alvos perfeitos para esses delitos.

Seja em condomínios grandes, seja em pequenos, sempre existe uma solução para todos os bolsos e necessidades. Por isso, se você ainda não tem um sistema de segurança, é hora de começar a pensar no assunto, mesmo que o dinheiro esteja curto. 

Aline Marino é diretora comercial da ABC Telecom. A empresa existe há 26 anos no mercado e é especializada no assunto. “Há sistemas com custo menor, mas que ajudam na segurança. Ou então o condomínio também pode optar pelo contrato de locação, que é um recurso muito utilizado por quem não tem verba alta disponível. O contrato de locação tem a manutenção corretiva do sistema incluso, de modo que ele funcione 24 horas por dia. E ainda há a possibilidade de comprar os equipamentos no fim do contrato com desconto de até 80% do valor inicial.”

Opção é o que não falta. Alex Dias, gerente de TI do Grupo Hawk, explica que o mercado possui equipamentos que têm valores acessíveis. “Existem muitos fabricantes com preços mais em conta para as linhas básicas, e as grandes empresas do segmento têm suas marcas de ‘segunda linha’ justamente para atender a essas demandas. O indicado é que, no mínimo, o condomínio tenha câmeras e travas eletromagnéticas com acionamento interno para controle de acesso da portaria. Hoje praticamente toda linha de CFTV (circuito fechado de TV) e controle de acesso possui equipamentos que atendem ao básico necessário.”

A preposta da Cipa Lisandra Barros é síndica de vários condomínios na zona sul da cidade. Ela considera de extrema importância os itens de segurança, independentemente do porte do imóvel. “Passamos por uma situação em que o assaltante conseguiu acessar o condomínio para furtar bicicletas e outros objetos que estavam mais acessíveis. Nesse período, tínhamos menos câmeras, de modo que não era possível ter uma visão mais ampla dos espaços. Depois desse episódio, buscamos o auxílio da empresa responsável pela instalação desse recurso para colocar câmeras com mais alcance, que abrangessem pontos estratégicos para melhorar o monitoramento.”

Geralmente, os sistemas de segurança ajudam a coibir os assaltos. Aline, da ABC Telecom, tem um cliente em Jacarepaguá, na zona oeste, que vivia com problemas de segurança e de discussões entre moradores por causa do estacionamento. As questões foram resolvidas com a instalação de um sistema de CFTV integrado com controle de acesso e de vagas. “Câmeras de segurança inibem ocorrências como furtos internos, brigas e problemas com vagas de garagem. Quando não coíbem, elas são capazes de identificar os acusados e, assim, fazer com o que o síndico possa tomar as medidas necessárias e cabíveis. São inúmeros sistemas, mas automação, controle de acesso, comunicação e segurança não podem faltar.”

Com ampla experiência na administração de imóveis, Lisandra acredita que, apesar da função principal dos sistemas de segurança ser evitar a ocorrência de crimes, eles acabam ajudando a combater agressões e ameaças que também podem ocorrer entre moradores e funcionários, por exemplo. “Com certeza, me sinto mais segura sabendo que minha integridade física pode ser poupada. Por isso o administrador precisa buscar sempre informações para manter a segurança dos moradores e funcionários de seu condomínio.”

Sem a orientação de profissionais especializados, as dúvidas podem surgir. Por isso é importante procurar pessoas que entendem do assunto. O Grupo Hawk existe desde 2012, e sua especialidade são segurança, vigilância e facilites. Para o gerente de TI da empresa, o síndico precisa buscar informações com um especialista no assunto, que vai ouvir as necessidades dos moradores, avaliar a estrutura física do imóvel e a localização do condomínio para, juntos, decidirem o melhor sistema. “Isso ajudará na economia de tempo e dinheiro. De tempo porque a empresa tem o conhecimento específico para aquela demanda e de dinheiro porque vai ser oferecido um sistema adequado para a necessidade de cada condomínio. Buscamos disponibilizar projetos personalizados de acordo com os anseios do cliente.”

Contar com as melhores marcas de segurança eletrônica traz confiança na hora de desenvolver um projeto com qualidade. Ao conhecer os melhores equipamentos disponíveis, decidir qual produto é o ideal para cada necessidade se torna fácil e rápido. Aline orienta que o síndico deve procurar empresas com reconhecimento no mercado e referências de instalações realizadas. “Não recomendo buscar na internet produtos para baratear o orçamento, uma vez que, se houver problemas nos equipamentos, a empresa instaladora não dará garantia se o aparelho não tiver sido vendido por ela. O que indico é uma boa pesquisa entre empresas especializadas e a solicitação de orçamento de três fornecedores. Assim, poderá enxugar as variações de orçamento e decidir pela que apresentar um sistema de segurança ideal para o condomínio com custo-benefício que caiba no orçamento”.

Lisandra concorda que essa parte é fundamental na hora da escolha. “É imprescindível confirmar a qualidade dos serviços a serem prestados, com avaliação do histórico da empresa, das referências com demais clientes, entre outras checagens. É importante também analisar a localização das bases de suporte técnico e averiguar a tecnologia utilizada por essa fornecedora.” Alex, do Grupo Hawk, diz que a escolha não pode ser só pelo preço. “Gostaria de deixar uma sugestão não só para os síndicos, mas para todos os clientes, para que pesquisem sobre a tecnologia que está sendo usada no mercado, principalmente aquela relacionada com segurança, e entendam que, em alguns casos, a economia pode não ser uma boa estratégia. Um bom projeto de tecnologia traz muitas melhorias e acaba se tornando um ótimo investimento. Ou seja, não pense na tecnologia como um gasto.”

 

Serviço

ABC Telecom
(21) 96471-7284 (WhatsApp)
abctelecomrio.com

 

Grupo Hawk
(21) 3556-0407
grupohawk.com.br/

 

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