Por CIPA
Em 26/04/2016
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A busca por segurança, comum à maioria das pessoas que optam por morar em condomínios, tem levado síndicos e condôminos de empreendimentos a investirem pesado em soluções que potencializam o sentimento de proteção contra possíveis ações de roubo e violência dentro de casa. Todo o aparato tecnológico, no entanto, não dispensa a ação humana, fazendo do comportamento e da conscientização de moradores e porteiros um item fundamental na hora de afastar os invasores.

Veja comportamentos que podem abrir brechas para a ação de invasores e como corrigi-los.

Acesso

Algumas pessoas, incluindo malfeitores, podem aproveitar a chegada de um morador para “entrar junto” pelo portão de pedestre ou por alguma brecha da entrada da garagem. A orientação é para que o morador fique atento e se certifique de que o portão travou por completo após sua passagem.

Identificação

Não saber quem está circulando pelo empreendimento é um dos principais pontos de vulnerabilidade dos condomínios. Portanto, fazer o cadastro de visitantes e prestadores de serviços (com nome, foto, documento, número da unidade aonde vai, hora de chegada e saída) é fundamental e precisa ser realizado a cada novo acesso.

Entregas

Entregadores também podem se valer do acesso facilitado ao empreendimento para colher informações ou realizar ações criminosas. Neste caso, a orientação é a de que os condôminos desçam até a portaria para receber seus pedidos. A medida pode ser aprimorada se a entrega for realizada em portões do tipo “gaiola”.

Obra

Em alguns casos, prestadores de serviços podem servir de fonte de informação sobre as rotinas do condomínio e seus moradores. Por isso, além da identificação diária, vale adotar métodos para o controle de sua circulação pelo empreendimento. No Green Village, os trabalhadores usam coletes numerados que os ligam à obra que executam, permitindo que os vigias percebam casos de circulação por locais indevidos.

Kit segurança

O “combo” cerca elétrica, alarme e câmera compõe um conjunto básico de equipamentos que os condomínios costumam adotar para assegurar seu patrimônio. As câmeras, por exemplo, possibilitam o acesso às imagens a distância, armazenando as gravações na nuvem. O síndico pode selecionar o dia e horário do evento que quer verificar e acessar a gravação direto do próprio celular.

As cercas elétricas também evoluíram para o modelo industrial, com hastes de ferro, fio de aço e central de choque inteligente, que reduz ocorrência de disparos falsos, como os ocasionados pela queda de galhos. Sistemas de infravermelho, para o controle de circulação, e os biométricos, para o de acesso ao empreendimento e torres, completam as opções.

Uma alternativa, é contar com um serviço de vigilância ostensiva. Equipe, para o monitoramento da entrada e das ruas internas a pé e de motocicleta, é apenas mais um item do elaborado aparato de segurança, outra alternativa é o equipamento, também chamado de clausura, que funciona com dois portões entre os quais o veículo ou morador fica “preso” até que o porteiro ou controlador de acesso faça a checagem e libere a entrada.

Todo cuidado é pouco quando se trata de segurança, invista em proteção.

Fonte: Gazeta do Povo

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