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Atenção que vem das alturas: a necessidade da manutenção preventiva dos espaços verdes

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A manutenção periódica de árvores pode contribuir para a preservação de áreas verdes na cidade, diminuindo o risco de aparecimento de pragas em condomínios e apartamentos 

 No contexto urbano, morar em uma rua arborizada pode ser muito confortável, mas, além de sombra e uma agradável paisagem, elas são responsáveis por desempenhar papéis importantes, como liberar oxigênio e reduzir a sensação térmica, além de proporcionar uma melhoria significativa na qualidade do ar. O que muita gente não sabe é que essas belezinhas, depois de plantadas e crescidas, necessitam de cuidados técnicos constantes para exercerem esse papel corretamente.

 A manutenção preventiva não deve ser realizada apenas em prédios ou carros, apesar de essas serem as primeiras sugestões de pesquisas do site Google para o termo. Ela também deve ser realizada em árvores.

 A poda de árvores previne quedas de galhos, que podem atingir pedestres e carros. A iniciativa contribui para a conservação dos espaços verdes na cidade, além de evitar que a fiação elétrica seja atingida, prevenindo, assim, possíveis acidentes com a energia. 

 Cláudio da Silva, responsável pela Nature Rio, empresa de paisagismo e manutenção de jardins, aconselha: “Para o crescimento de árvores mais viçosas, devemos ter certos cuidados, como cortar e podar, sendo recomendada a presença de um agrônomo e, em alguns lugares, a autorização da Prefeitura, ainda que a árvore esteja em um endereço particular. A higienização e a limpeza também fazem parte desse processo”, afirmou.

 Segundo o especialista, a periodicidade da manutenção vai depender da espécie da árvore. “A poda sempre deverá acontecer, porém, em algumas árvores com mais frequência, em outras com menos. Tudo vai depender da avaliação do técnico na visita e do tipo de árvore”, explicou. 

 Uma vez realizada a manutenção, é feito o controle fitossanitário, por meio de métodos que impedem a proliferação de doenças e o ataque de insetos e pragas nas plantações. Além disso, ela previne a presença de visitantes que podem chegar aos apartamentos com a proximidade dos galhos nas janelas ou varandas.

Visita indesejada

 Foi o que aconteceu com Maria Eliza, moradora do terceiro andar do Condomínio Golden Garden, de 11 andares, na zona sul. Em agosto de 2020, ela estava em casa convalescendo da Covid-19 e acordou com uma visita ilustre no apartamento: apesar do investimento em telas de proteção, um mico passou por um espaço entre a rede e a parede e entrou na varanda, que era bem próximo aos galhos de uma árvore. “Quando acordei, o mico estava gritando na varanda do meu quarto; eu e meu filho percebemos que ele estava desesperado e fomos procurar o órgão específico para o qual deveríamos telefonar. Primeiro entramos em contato com a Patrulha Ambiental (1746), que nos informou que deveríamos aguardar o período de 72 horas. Como o animal estava gritando sem parar, entrei em contato com o Corpo de Bombeiros e, em menos de uma hora, eles estavam na minha casa para retirar o animal”, disse.

 De acordo com as informações no site do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, em caso de aparecimento de algum animal silvestre é importante não tentar capturá-lo, pois ele pode oferecer riscos. Se o animal se sentir ameaçado, pode atacar. O mais indicado é isolar o local e entrar em contato com os bombeiros pelo número 193.  

 Após o acontecimento, o síndico foi notificado e tomou as providências a respeito da poda e da manutenção preventiva das árvores ao redor do prédio. “Depois disso, parece que entendemos que a poda e a manutenção precisam ser constantes. Você não pode cortar um galho simplesmente por estar incomodado, é necessário ter o auxílio de uma empresa experiente e que entenda muito bem o que está fazendo”, explicou Maria. 

 Histórias de pequenas invasões são mais comuns do que se pensa. Heloísa Mota e sua mãe, Margarida Conceição, moravam em uma cobertura no quinto andar, também na zona sul do Rio de Janeiro. As moradoras vinham observando o aparecimento de fezes de rato no apartamento. Coincidentemente, ao lado havia um terreno com árvores e os galhos encostavam na varanda. “Quando percebemos o aumento das fezes, começamos a nos preocupar e a especular como aquele bicho estava entrando em casa. Até que um dia vimos que o rato vinha pela árvore e entrava em busca de comida”, explicou Heloísa. 

 Heloísa conta que entrou em contato com o síndico do prédio para tomar as providências em relação às árvores no terreno ao lado. Além disso, ele também teve de lidar com a dedetização. “Minha mãe acabou dando conta do rato antes da dedetização: as ratoeiras pela casa acabaram com a presença do visitante’”, disse. 

 Luiz Faria, gestor operacional responsável pela Panabras, empresa especializada no combate a pragas com métodos ecologicamente testados, relata que casos como o de Heloísa acontecem com frequência. E alerta que, para o controle desse tipo de situação, é necessária a prevenção periódica. “Jardins de condomínio e áreas externas são locais propensos ao surgimento de pragas como ratos, baratas, aranhas e mosquitos. Por isso, é importante que a prevenção seja realizada com frequência”, explicou.

 O gestor alerta que, em algumas épocas do ano, como no verão, o risco do aumento das pragas pode ser ainda maior. Segundo ele, o período mais quente do ano e a presença de chuvas favorecem a proliferação de insetos. “Aumenta a frequência do aparecimento de pragas em jardins e árvores durante o verão. Esse fato se deve às condições climáticas da estação, além de serem locais favoráveis para a reprodução desses insetos”, declarou. 

 A Panabras, que tem 25 anos de experiência no mercado, alerta para a necessidade de verificar se a empresa contratada pelo condomínio responsável pela dedetização está registrada no Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e tem o visto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Essa autorização certifica que os métodos utilizados são ecologicamente testados, contribuindo para a preservação correta dos espaços verdes no meio urbano. Além disso, o gestor reforça a imprescindibilidade da presença de um técnico especializado no local. “Sempre procuramos atuar com os padrões exigidos pelo Inea, que conta com um departamento técnico dirigido por engenheiros agrônomos que utilizam os métodos corretos para a prevenção e o controle de pragas nos ambientes com árvores e plantas”, disse. 

 Faria enfatiza que o processo de desratização e prevenção de outras pragas deve ser feito por especialistas e alerta para os possíveis acidentes que acontecem quando a dedetização é feita por alguém que não entende do assunto. “Diferentemente dos métodos antigos em que apenas o chumbinho ou a ratoeira eram colocados nos lugares, a gente se preocupa não só com os espaços, mas com quem passa por eles. Quando é feita a dedetização, colocamos avisos sinalizando que naquele local foi realizado um procedimento de controle de vetores, tanto em ambientes internos quanto externos, próximo a árvores e plantas. Essa preocupação é importante para não prejudicar os animais domésticos e de rua, além de realizar o serviço que realmente vai atuar de acordo com as restrições do local e dar fim ao surgimento de pragas e insetos”, esclarece Luiz.

 

Serviço

Nature Rio
(21) 3596-1737
nature.rio.br

 

Dedefone – Grupo Panabras
(21) 2617-8661/99792-4539
dedefone.com.br

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