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Como está o orçamento do seu condomínio?

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O segundo semestre de 2018 está começando e este é um ótimo momento para se fazer a análise da previsão orçamentária aprovada na AGO, no início do ano. Tão importante quanto seguir o que foi previsto e aprovado é examiná-la periodicamente para possíveis correções de rumo, que, caso existam, devem ser levadas novamente à assembleia para dar conhecimento, como também para novas aprovações.

São várias as circunstâncias que podem influenciar o sucesso de um orçamento. Os cenários podem mudar rapidamente ao longo dos meses, com alteração nas políticas públicas, no cenário macroeconômico e no consumo de água e luz, entre vários outros exemplos possíveis. Tendo em vista essas mudanças, que muitas vezes fogem ao controle do síndico, os pontos que merecem atenção na revisão da previsão orçamentária são os mesmos da época da previsão: energia elétrica, água, folha de pagamento, inadimplência, manutenção preventiva etc.

Por isso, a análise detalhada na metade do ano é tão importante. Aliás, a indicação é que o acompanhamento do que foi orçado e realizado seja feito mensalmente, para que se garanta que não esteja ocorrendo consumo excessivo ou bem abaixo do previsto em cada um das linhas de gasto. Para isso, a CIPA disponibilizará, em breve, uma planilha de orçado x realizado no CIPA Fácil e vai colocá-la à disposição também no app CIPA Condomínios, para que o controle seja frequente. Vale sempre ressaltar que todos os esforços despendidos numa reanálise ajudam a evitar cotas extras no boleto condominial, bem como a utilização de fundos que estariam destinados a outros fins.

Fique atento a alguns dos itens mais críticos e às dicas para sua adequação, se necessário. Confira!

  • Escala dos funcionários e horas extras: conforme dados do Secovi Rio, 45% a 70% do total arrecadado no condomínio é destinado à quitação da folha de pagamento. Tendo em vista esse dado, vale o esforço para otimizar a escala de trabalho para evitar a necessidade de horas extras. Além disso, vale lembrar que manter um funcionário é mais barato do que substituí-lo, pois as demissões não planejadas oneram bastante a folha. O investimento em treinamento e bem-estar dos colaboradores do condomínio pode ser uma boa solução para a manutenção de uma equipe satisfeita que desempenha bem suas funções.
  • Inadimplência e impontualidade: controlar, de forma efetiva, esses itens, utilizando-se de um trabalho de conscientização dos moradores e tomando as medidas necessárias de forma rápida evita que o problema cresça a ponto de comprometer o orçamento do condomínio.

 

  • Energia elétrica: Promover o uso consciente desse recurso. Nas áreas comuns, é possível ter o controle do acendimento e desligamento das luzes. Otimizar o funcionamento dos elevadores e das bombas e substituir as lâmpadas incandescentes e fluorescentes pelas de LED são atitudes sustentáveis que podem trazer benefícios na conta.
  • Água: acompanhar a marcação dos hidrômetros para verificar se há alguma alteração do consumo usual é o recomendado. É válido lembrar que a economia de água acaba gerando redução do gasto de energia, visto que a bomba de água passa a ter seu funcionamento reduzido. Outra ação que vem sendo implementada em alguns condomínios é a instalação de sistemas de aproveitamento de água da chuva para ser utilizada de forma “não nobre” (limpeza de áreas comuns, uso em descargas de banheiros, cuidados com plantas etc.)
  • Manutenção preventiva: programar conservação periódica tende a ser mais barato do que as ações corretivas, que geralmente acabam acontecendo em caráter de emergência. Fique atento ao bom funcionamento de elevadores, para-raios, câmeras, interfones, fachadas e gás, entre outros itens, pois estão diretamente ligados ao bem-estar dos moradores. Tudo deve estar funcionando a contento.

Realizar uma gestão precisa e atenta é fundamental para evitar que o condomínio use mais recursos do que os previstos para o fechamento das contas. Por isso, o acompanhamento de uma administradora capacitada e experiente é sempre relevante.

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