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Contas mais baixas e economia de água

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Dez anos depois da lei dos hidrômetros individuais, quem optou garante que valeu a pena

Contas de água altas, desperdício, reclamação de moradores dizendo que gastam pouco e pagam muito. Qual é o síndico que não tem um sistema individual de medição de água que já não teve de enfrentar esses problemas? Muitas vezes, dividir em partes iguais o gasto de água pelos apartamentos, sem levar em conta o que cada um realmente consome, pode não ser a forma mais justa, visto que alguns usuários acabam arcando com o desperdício dos outros. 

 

Desde o final de 1999 e início dos anos 2000, algumas das principais cidades do Brasil instituíram leis que obrigaram a instalação de medidores individuais em edifícios novos. No Rio de Janeiro, a Lei Complementar 112 determinou que os prédios construídos a partir de 2011 fossem obrigados a ter hidrômetros individuais. O habite-se, inclusive, ficou vinculado ao cumprimento dessa determinação. Em 2016 foi sancionada outra lei (13.312/16), dessa vez federal, que determinou que, a partir de 2021, todas as edificações novas construídas no país devem ter hidrômetros individuais. 

O dispositivo não é obrigatório para os condomínios antigos. Mas, mesmo assim, muitos administradores decidiram fazer a reforma, o que gerou menos discórdia entre os condôminos e ainda economizou na conta de água. O Condomínio Residencial Spazio Verde, que fica em Botafogo, na zona sul da cidade, foi construído em 2006. Em 2011, os moradores decidiram pela instalação dos medidores individuais. “Valeu muito a pena. Passados dez anos, só tivemos benefícios. Houve maior conscientização das pessoas, que deixaram de desperdiçar água, o que gerou uma economia no condomínio de cerca de 40% no valor da conta de água”, conta o síndico Marcelo Eduardo Cury. 

Marcelo mora no condomínio desde 2013. Foi subsíndico nos anos 2018 e 2019 e desde 2020 é síndico. Além do boleto de água mais barato, na opinião dele, é mais correto estabelecer que cada apartamento pague efetivamente pelo que consumiu. “Nosso condomínio, por exemplo, tem seis coberturas dúplex e 36 apartamentos de dois e três quartos. Não é justo que paguem todos o mesmo valor de água. Além do mais, cada morador consegue ter controle do que está consumindo. Os problemas de vazamentos crônicos, que muitas vezes não eram consertados pelos condôminos, também deixaram de existir.”  

 

Este é outro ponto importante que ele observou depois da mudança. Ficou mais fácil verificar quando danos no sistema estão ocorrendo. “Este ano, um morador da cobertura me contatou porque geralmente gastava, por mês, cerca de 35 metros cúbicos. Em uma conta no início do ano veio a cobrança de apenas 9 metros cúbicos. Fomos checar e o hidrômetro estava travado. Foi quando decidimos fazer uma obra e trocar todo o equipamento novamente”, contou Marcelo.

 

José Lima é gerente comercial da Fortekk Soluções Prediais, empresa especializada no assunto, que está no mercado desde 1993. De acordo com Lima, “depois da instalação não é necessário sequer pensar em manutenção. Isso porque o conjunto, formado por um sistema de telemetria e com automatização da leitura por radiofrequência, permite a autogestão da aplicação. Ou seja, com a definição de parâmetros, os aparelhos são capazes de acionar alarmes automaticamente, permitindo a rápida ou instantânea verificação de problemas”. 

O gerente comercial da Fortekk também explica que o tempo de vida dos hidrômetros depende muito da qualidade da água que passa por eles. “O hidrômetro tem o prazo da garantia de fábrica de um ano. Mas se a água que passa pelas engrenagens do leitor não contiver resíduos granulosos como grãos de areia ou de ferrugem, assim como se a instalação foi feita na posição horizontal, a durabilidade passa a ter prazo indeterminado. É claro que os hidrômetros, como qualquer equipamento, sofrem desgaste natural, o que chamamos fadiga, alterando o funcionamento dele.”

Nesse momento, o melhor a fazer é trocar todos os hidrômetros novamente. Foi isso que aconteceu no Condomínio Residencial Spazio Verde. Quem fez a primeira obra há dez anos foi a Fortekk. Agora, quando houve necessidade de troca, Marcelo fez uma licitação com três empresas e a Fortekk foi a escolhida novamente. O síndico afirma que o preço valeu a pena:  era uma empresa que ele já conhecia e na qual confiava. “Temos um trabalho de parceria há anos.”

A medição em condomínios pode ser feita remota ou presencialmente. De acordo com o gerente comercial da Fortekk, a melhor maneira é a remota, menos suscetível a erros. “Sem contar que dar ao zelador essa função pode trazer problemas para o condomínio, configurando acúmulo de função. Isso pode colocar o condomínio numa situação difícil, fazendo com que se torne alvo de ação judicial trabalhista no futuro.”

A Fortekk faz a individualização e a gestão do consumo de água. Como na maioria dos casos, em prédios em que o hidrômetro individual não é colocado na construção, mas depois, ele não é ligado às concessionárias. A conta de água da Cedae continua chegando normalmente para o condomínio, mas a Fortekk faz a análise do consumo e um rateio desse valor entre os moradores, emitindo um boleto com o valor consumido por unidade. 

Agora, se você se interessou e está pensando em fazer a troca dos hidrômetros, o melhor é entrar em contato com uma empresa especializada. Cada condomínio tem as suas especificidades, e é necessária uma análise para saber a melhor maneira de fazer a obra. Em condomínios antigos, a disposição das tubulações e os canos já deteriorados podem indicar uma obra maior. “Uma das alternativas é fazer retrofit hidráulico, fazendo a individualização e a melhoria do encanamento do condomínio”, afirma Lima.   

Mas a Fortekk também oferece outras novidades, como o Install Hidro, que é um sistema instalável nos registros gerais de entrada de cada unidade de consumo. O gerente comercial da Fortekk explica que “a instalação é feita de forma rápida, com o mínimo de tempo de permanência de técnicos em cada unidade de consumo; não é necessário fazer obras de alvenaria nem hidráulica; não é preciso fazer alterações no sistema hidráulico existente; todo o serviço é executado sem resíduos e sem sujeira”. 

Mas muita atenção na hora de contratar uma empresa. O síndico Marcelo diz que, além do melhor preço, ele faz uma pesquisa pelo CNPJ para ver se ela tem algum problema jurídico e olha também o histórico da empresa, se está há muito tempo no mercado e se tem boas referências.  “O mercado está com excesso de oferta de prestadores de serviços, mas que não possuem respaldo técnico nem financeiro. Nem sempre o mais barato é bom. Deve ser feita uma comparação entre a tecnologia oferecida e o suporte aos moradores no futuro. Não dá para comparar uma empresa que tira uma foto por mês do medidor com outra que mede por telemetria. O ideal é que a empresa não seja apenas uma instaladora de equipamentos: ela também deve oferecer excelência em atendimento aos moradores e suporte adequado ao síndico”, indica Lima, da Fortekk. 

Em tempos em que a água é uma mercadoria tão valiosa, a instalação desses equipamentos individuais, além de colaborar na economia de água, de energia (porque se usa menos a bomba) e trazer mais tranquilidade para os moradores, faz com que o prédio que opte pelo hidrômetro individual se torne mais moderno, com acesso à tecnologia que agrega valor à unidade. 

 

Serviço

Fortekk Soluções Prediais
(21) 2221-0801/3583-6235/3232-2628
fortekk.com.br

 

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