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Entrou pelo cano. E voltou.

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Entupimento e retorno de águas servidas são um grande problema

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O pior dos mundos deve ser se deparar com a cozinha inundada e vazando até para fora do apartamento. Mas, como diz o ditado, sempre pode piorar. Agora, imagine isso com o agravante de a água ser suja. Pois é… Acredite, a visão e os prejuízos são de arrepiar.

Uma moradora de um condomínio relativamente novo na zona sul carioca, que não quer se identificar, já passou por isso três vezes. Vamos chamá-la Beth.

Beth comprou o apartamento, reformou o imóvel todo. Fez armários novos, pintura, textura em paredes… Pense numa obra muito sonhada executada com a ajuda de um arquiteto. Nesse contexto e menos de seis meses morando ali, nossa personagem se deparou com a cozinha inundada conforme descrito acima. Foi um desespero até entender o que estava acontecendo, pois a água vinha de dentro do armário feito recentemente. “Chamei o porteiro, foi um horror. Entramos em pânico aqui em casa. Aí, veio o síndico, que constatou algo que já havia acontecido antes no prédio: a coluna da cozinha (de águas servidas) entope e a água usada de toda a minha coluna volta até achar uma saída – que, no caso, a mais próxima é minha casa.”

Beth tem em sua cozinha uma máquina de lavar louças embutida, que tem a conexão com a referida rede de esgoto mais próxima do chão. Foi por ali que a água que voltou achou saída mais rápido, pois a conexão da máquina com o cano estava apenas encaixada. Foi um deus nos acuda.

O condomínio chamou uma desentupidora, que fez o serviço pela casa da Beth. O cano do condomínio foi desobstruído, a casa foi limpa, o tapete foi para o lixo e o armário da cozinha resistiu à inundação.

Como o apartamento da Beth é o primeiro a ter contato com a tubulação do térreo, acaba sofrendo com o problema eventualmente. “O síndico disse que a tubulação de meu apartamento é a primeira a se conectar com a tubulação horizontal que passa no playground até chegar à caixa de gordura. O entupimento acontece no meio do caminho e é oriundo de todos os detritos que descem por pias e tanques de minha coluna.” 

Não bastassem o estresse e as explicações, três meses depois, a cena se repetiu. E outra em seguida. Claro que o aborrecimento foi maior, mas ainda sem maiores prejuízos. Nesse momento, o condomínio assumiu o compromisso de fazer procedimentos preventivos para impedir o entupimento e aborrecimentos inevitáveis. 

Conscientização

Com esse tipo de situação, o síndico deveria ter feito também uma campanha de conscientização com todos os moradores, mostrando as consequências de jogar restos de comida, por exemplo, pela pia e pelo tanque. 

Na verdade, se ninguém jogasse coisas indevidas ralo abaixo, isso não aconteceria. Por isso é tão importante conscientizar a coletividade (moradores e funcionários) e, nesse caso específico, mostrar o que acontece na casa da vizinha, algo que poderia ser evitado se todos fossem mais conscientes. 

Joel Costa, gerente da Desentupidora J. Costa, já viu coisas bem complicadas em condomínios, até porque está no ramo desde 1992. A empresa faz desentupimento, hidrojateamento e remoção de detritos de caixas de gordura e esgoto, fossas sépticas e Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Eles realizam também desentupimento de tanques; colunas de tanques; esgoto e água potável; pias; tubulação de piscinas; lixeiras; vasos sanitários e ralos. A J. Costa também desobstrui caixas de águas pluviais.

Para realizar todos os serviços, a empresa dispõe de pessoal altamente qualificado. “Nossos profissionais desempenham suas funções com excelência, assegurando a nossos clientes agilidade, respeito e presteza para, assim, honrarmos a confiança que nos é depositada. Dispomos, inclusive, de equipamento de proteção individual (EPIs) que, de acordo com a legislação em vigor, garante a segurança de nossos técnicos durante o exercício de suas funções”, diz o gerente, ressaltando que a empresa é licenciada pela Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema).

A J. Costa também dispõe de tecnologia especializada e apropriada para realizar todos esses serviços, inclusive em tubulação de água potável, sem precisar proceder à troca de canos. Você já deve ter visto por aí alguns caminhões da J. Costa. Em casos idênticos, é essa empresa que os síndicos mais antenados costumam chamar, até porque ela dispõe de uma moderna frota de caminhões munidos do sistema SewerJet, vácuo e combinado, equipamentos de última geração para a realização desses serviços. “Utilizamos também os automóveis da linha Fiorino Furgão equipados com sistema eletrorrotativo para desentupimentos em geral em condomínios, casas, restaurantes e empresas. Temos também o Kinetic Water Ram, que é utilizado exclusivamente para a desobstrução de tubulação de água potável”, explica Joel.

Por ter tanta experiência, Joel Costa afirma: “O maior erro nos condomínios são os entupimentos causados por uso inadequado da tubulação. As pessoas jogam ralo abaixo arroz, feijão, pó de café e o que mais tiver pela frente. E se houver uma parte da tubulação do condomínio na horizontal, uma hora entope mesmo. E isso é bem comum. Sugiro, a cada três meses, fazer uma manutenção para evitar o entupimento.”

Outra dica preciosa do especialista: “Nunca jogue água fervendo na pia. Atualmente, a tubulação é de PVC, que se deforma com a água quente. Até para desentupir fica ruim. E fique atento ao jogar macarrão na pia: deve-se acompanhar com água fria. Outro erro: tem gente que usa água quente para desentupir pia. O prejuízo vai ser maior, acredite!” 

Uma das situações mais bizarras pelas quais Joel Costa já passou: “Cheguei a um apartamento que tinha sido inundado pelos dejetos da coluna de esgoto primário. Ela ficou obstruída no andar de baixo e o esgoto voltava pela privada e pelo ralo do banheiro. Houve perda de móveis e tapetes, sem falar que a cerâmica do piso soltou. Indescritíveis a cena e o prejuízo! Nesse caso, o condomínio assumiu o problema, mas também já vi síndicos que não aceitam que o responsável seja o condomínio.”

Segundo o gerente, é preciso identificar a origem do distúrbio, o que é tarefa fácil para quem entende do assunto como ele. “Normalmente, os bloqueios se dão no primeiro andar, que recebe a maior carga. E se o problema é do terceiro para o segundo, a água retorna para o terceiro”, ensina. 

O grande sinal para saber de quem é a responsabilidade, segundo Joel, é quando há retorno para dentro de uma unidade e o morador não está usando o local. “Nesse caso, não fica dúvida de que a incumbência é do condomínio. Estamos falando de um retorno inesperado, é a água procurando um caminho, uma saída.” Por essas e outras, a J. Costa atende 24 horas por dia, sete dias por semana. Imprevistos como esses não podem esperar!

Perguntado se o diâmetro desses encanamentos deveria ser maior, o especialista explica: “A tubulação dos prédios normalmente segue padrões de tamanho: 75 mm nas colunas de gordura (águas servidas); 100 mm nas de esgoto de banheiro (lembrando que cada banheiro tem sua coluna); 75 mm nas colunas de tanque e máquina de lavar roupa. Cada unidade tem seus canos – em geral, são mais estreitos, medindo 40 mm ou 50 mm –, que encontram as colunas dos prédios.

Então, síndico, agora que você já sabe que pode prevenir muitos entupimentos, invista em manutenção periódica e evite dor de cabeça e prejuízos. 

Serviço:

Desentupidora J. Costa
(21) 96464-4277/98802-0454/2568-1000
desentupidorajcosta.com.br

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