Prevenção é a melhor arma
Com a chegada do calor e das chuvas, a presença de mosquitos aumenta em toda a cidade, especialmente em bairros onde há grande concentração de áreas verdes, canais e lagoas. Além do incômodo causado pelas picadas, os mosquitos trazem um risco real à saúde: doenças como dengue, zika e chikungunya, transmitidas pelo Aedes aegypti, continuam em circulação e exigem vigilância permanente.
Nos condomínios, o problema tende a se agravar quando faltam ações preventivas e conscientização coletiva. Marcos Rocha, da Rotobel, empresa especializada em controle de pragas urbanas, explica que os focos mais comuns são encontrados em locais de acúmulo de água.
“Normalmente encontramos larvas em valas, canaletas, pisos com desnível e vasos de plantas. Já os mosquitos adultos preferem áreas de vegetação, como árvores e arbustos. Por isso, o tratamento para ambas as fases é essencial para o sucesso do controle”, destaca.
De acordo com Rocha, a Rotobel oferece soluções específicas para ambientes coletivos, como as áreas comuns de condomínios: “Realizamos o tratamento larvário em pontos estratégicos e o controle de mosquitos adultos com o método de atomização, que utiliza equipamentos de UBV (ultrabaixo volume) para tratar todo o ambiente de forma segura e eficaz”, explica o especialista.
A diferença entre o controle preventivo e o emergencial, segundo ele, está na abordagem e na regularidade: “O controle preventivo tem como objetivo impedir que os focos se formem, agindo nas larvas antes que os mosquitos se desenvolvam. Já o combate emergencial é feito quando há infestação, utilizando o tratamento espacial para reduzir rapidamente a população de adultos”, detalha Rocha.
O especialista ressalta que a frequência dos serviços deve seguir a orientação do Ministério da Saúde.
“O tratamento pode ser realizado até três vezes por semana, dependendo do grau de infestação e das condições do local. O importante é manter a regularidade, especialmente em períodos de chuva”, afirma.
Além da atuação profissional, a participação de moradores e síndicos é indispensável para a eficácia do controle. “É fundamental não deixar água parada em pratos de plantas, limpar as canaletas para evitar acúmulo de água, drenar as poças após as chuvas e manter os reservatórios sempre bem tampados. Pequenas atitudes fazem grande diferença”, orienta Rocha.
A combinação de tratamentos técnicos, manutenção predial e conscientização dos moradores é o que garante resultados duradouros. Em condomínios com áreas verdes e proximidade de canais, o desafio é ainda maior, exigindo monitoramento constante e uma rotina de inspeções.
Além das ações privadas, parcerias com o poder público podem fortalecer a estratégia. A Prefeitura do Rio realiza campanhas periódicas de combate ao Aedes aegypti e pode ser acionada para visitas técnicas e aplicação de larvicidas em áreas externas.
Mais do que uma questão de conforto, o combate aos mosquitos é um ato de responsabilidade coletiva, que protege não apenas os moradores de um condomínio, mas toda a vizinhança.
Dicas para manter o condomínio livre de mosquitos
- Faça inspeções semanais nas áreas comuns para eliminar água parada.
- Mantenha ralos limpos e tampados, preferencialmente com telas.
- Evite o acúmulo de água em bandejas de ar-condicionado e vasos de plantas.
- Promova a limpeza de canaletas e calhas após as chuvas.
- Mantenha caixas-d’água e reservatórios bem vedados.
- Oriente funcionários e moradores sobre os principais pontos de risco.
- Programe dedetizações regulares com empresas especializadas.
- Priorize campanhas de conscientização em épocas de calor e chuva.
Serviço:
Rotobel
www.rotobel.com.br
(21) 96493-5917
deixe seu comentário
posts relacionados
Além da estética: qual é a hora de modernizar o quadro elétrico dos elevadores?
Imagine a cena: você entra no elevador após o trabalho e, enquanto a cabine desliza suavemente, aproveita para se desligar da rotina. Esse transporte é tão integrado ao dia... Saiba mais!
A importância da manutenção para minimizar custos com revitalização
Existe um momento específico em que o jardim do condomínio vira problema. Não é quando a primeira planta morre. Não é quando a grama começa a ralear. É quando... Saiba mais!
Cuidados para que o barato não saia caro em uma reforma condominial
reformaQuem nunca ouviu falar de uma situação assim ou passou por ela? A proposta chegou 40% mais barata que as outras duas, com prazo de execução menor e pagamento... Saiba mais!
A lavanderia coletiva virou o lugar onde as pessoas se encontram
Quando o condomínio instalou a lavanderia coletiva, o objetivo era prático. Liberar espaço nos apartamentos menores, reduzir o consumo de energia e água e oferecer equipamentos de qualidade para... Saiba mais!

